domingo, 9 de janeiro de 2011

Entrevista com Judd Lynn!!!

Para quem costuma acompanhar os créditos de PR, com certeza reconhecerá esse nome. Judd é bastante conhecido por ter participado em PR desde o começo (MMPR) até Força do Tempo.

Em uma entrevista feita por membros do site HJU, Judd fala um pouco sobre a sua carreira em PR, sobre o ritmo da produção da série, sua saída, sobre sua fase em RPM e sobre como ele trabalharia com a questão do Ranger Fantasma e sua identidade.

Vamos lá:


1 - Você pode nos dizer como foi subir da posição de roteirista para a de comandante da série de Power Rangers?

Sua história está errada. Eu não subi na posição de roteirista. Aqui está um pouco da minha história na série....

Jonathan Tzachor e eu trabalhamos já trabalhamos juntos em filmes de baixo orçamento. Coisas de muito baixo orçamento. Então um amigo dele nos ofereceu a chance de fazer o piloto do que era originalmente chamado "Dino Rangers". Se pegassemos, significaria que teriamos um trabalho fixo para meses ou anos. Decidimos fazer isso, Jonathan como produtor, eu como na gerência da unidade da produção. O piloto terminou se saindo muito bem em foi escolhido. A maioria de nós que viu o piloto pensou que era uma historinha legal, mas a desarticulação das cenas japonesas parecia um tipo de ingrediente maluco. Alguns de nós tinham a perspicácia de Haim Saban, o qual não tinha dúvidas de que seria um vencedor.

O time de produção é essencilamente a suspensão da máquina da produção... o que quer que que apareça, você tem tem que aperfeiçoar e continuar rodando. Nós tinhamso muito pouco dienhri e estavamos totalmente não-sindicalizados. Isso significada que dentre nós, aqueles na equipe de produção (gerente de produção, coordenator, secretários, diretores assistentes, assistentes de produção) deviamos aceitar muitos papéis diferentes, sem reclaramações e sem pensar duas vezes. De motoristas de caminhões a vestir uniformes de spandex dos Rangers e sendo extras no reparo de danos na locação.... o quer que custa para continuar filmando nós iamos lá mexer e faziamos acontecer. Foi duro, mas ainda assim muito bacana, pois nos oferecia o máximo de possibilidades para aprender um monte de coisas novas, e formar uma equipe que se tornou uma grande familia. Mas as horas e o stress podem adicionar muito e eu fiquei cansado disso. Sem mencionar que eu tinha que ter mais esforços criativos em mente.

Durante os primeiros anos, o enredo de cada episódio era a maior das vezes, independente dos outros episódios. Não havia muito esforço para se colocar na criação de temas que levariam a uma experiência serial. A exceção era quando as cenas japonesas nos forçavam a manter uma certa história viva. Mas aquelas eram poucas e distantes entre si. De modo geral, cada episódio mostrava um ranger em destaque lutando durante a história principal para provar uma moral. Isso pode surpreender a maioria de vocês, mas o fato é que a equipe de produção não se importava muito com a história. Eles se importavam quando ao que os atores iam fazer, quais locações seriam usadas, quais aderaços e carros, quanto custaria, como agenar, etc. Porque o Ranger Preto luta com o Ranger Verde que está fora de controle e portanto não importa. Se eles lutavam em uma tempoestade a noite, ou uma floresta durante o dia.... o que importava era saber se os efeitos afetam a agenda ou o orçamento. Eu digo tudo isso porque os roteiros de Power Rangers eram mais dificieis de ler que um roteiro normal. As cenas japonesas podem algumas vezes serem tão chocantes, que você perde o ritmo do que está acontecendo. Então eu, como a maioria dos membros da equipe de produção, me concentrei em como fazer o episódio, deixando O QUE ACONTECE no episódio para os produtores criativos.

Após alguns anos sendo o Gerente da Unidade de produção, eu tive uma idéia para um roteiro, Jonathan gostou, e então eu consegui escrevê-lo. Naquela época, o grupo original de roteiristas teve algumas baixas, então era a hora perfeita para que eu pulasse dentro. Como Gerente da Unidade de Produção, eu saiba quais eram os prazos estalecidos. Aquela lição me ajudou como um roteirista. E um que acha um prazo vindo de qualquer lugar, é um dos bons. Digo tudo isso para vocês porque eu quero que vocês vejam que eu não fiz somente um roteiro em especial e consegui um emprego. Eu aprendi o que acontece em um cenário, o que é realmente necessário para se criar um episódio, e então eu apliquei isso nos meus roteiros. É por essa razão pela qual eu me tornei uma parte inestimável do time criativo dos Power Rangers, porque eu poderia escrever uma história funcional, dentro do nosso orçamento e agenda, entre o pôr e nascer do Sol, se fosse preciso. E eu fiz isso muitas e muitas vezes, na parte das vezes com uma boa postura.

2 - De que forma Power Rangers mais afetou a sua vida?

De boa e má. Em termos simples, em deu muitas experiências, bons amigos, dinheiro extra no banco. Me ensinou como discutir idéias para as histórias que queria usar. Em um encontro criativo, "minha idéia é melhor" não significa nada se você não pode explicar por que. Ter que escolher dentre histórias, personagens, temas, etc, faz você de você um criador melhor mão importa qual seja a tela, roteirista ou arquitetura. No lado negativo, Power Rangers é uma série muito única. Depois de muitos anos de trabalho lá, os diretores criativos se tornar os distribuidores de papéis, significando que o resto do mundo imagina se você pode fazer mais alguma coisa. Tanto é assim, que até você começa a imaginar.

3 - O que provocou sua saída da série?

Eu estive escrevendo/produzindo/dirigindo Power Rangers 24 horas por dia, 7 dias por semanas durante anos, e eu estava desgastado. Eu li alguns dos rumores por aí de que houveram diferenças criativas entre eu e Jonathan Tzachor. É verdade, que nós sempre nos olhavámos nos olhos, mas havia um respeito mútuo. Nós dois queriamos contar as melhores histórias que podiamos enquanto trabalhavámos dentro de algumas dentro de algumas circunstâncias muito dificieis (cenas japonesas, orçamento, tempo). Nós debatiamos apaixonadamente cada história, cada cenas e algumas vezes cada linha de diálogo. Mas no final, há momentos em que alguém vai se decepcionar. Decepções podem te desgastar.

4 - StormWatcher perguntou: Como você se sentiu ao voltar a Power Rangers depois de estar fora da série por tanto tempo?

Como eu disse antes, idéias sobre enredo levaram a grandes debates, algumas vezes deixando uma opinião ferida e espancada na poeira. Eu sempre desejei por uma chance para dar a palavra final e ver o que eu faria. Quando a Disney me pediu para tomar conta da série, foi um sonho se tornado realidade. Nos só consegui dar a palavra final sobre o que aconteceria , como também consegui trabalhar com alguns dos melhores contadores de história para fazer isso.

Ao contrário de algumas opiniões, Disney se importava profundamente e estava sempre lá para me ajudar. Claro, as circunstâncias não eram das melhores. Jackie Marchand foi o coração do departamento de história por muitos anos. Mas por razões que desconheço, ela e Disney se separaram no inicio da temporada. Quando Eddie Guzelian foi demitido, todos exceto um dos roteiristas foram com ele. Para complicar, Eddie fez amizade com os membros do elenco, o que fez alguns deles ficaram desconfiados de mim quando ouviram que eu iria substitui-lo. Com tudo aquilo trabalhando contra mim, eu decidi aprender sobre a temporada e começar a escrevê-la. Foi um desafio enorme para mim, mas eu estava pronto para a tarefa. Com muito apoio da Disney e a nova e fantástica equipe da Nova Zelândia, nós nunca perdemos o ritmo.

5 - MMPR pergunou: Qual é o maior arrependimento criativo que você teve na série?

Quando eu assisto a série, a coisa que se destava para mim como a maior falha é a falta de personagens fortes. Isso inclui os Rangers, os vilçoes e os episódios focados em um determinado personagem. Claro, havia bons personagens agora e depois, mas depois de centenas de episódios, nós deveriamos ter feito muito melhor. Os japoneses sempre foram muito melhores que nós éramos. Eu acho que isso aconteceu por um monte de coisas, mas a razão principal foi a falta de experiência no setor criativo e não tempo suficiente para sentar e resolver o problema. Quando se refere a história, nós estavamos mesmo fazendo tudo institivamente e a toque de caixa. Todos reconheciamos uma ótima trama, mas os personagens caiaram em pedaços.

6 - Qual foi a maior conquista criativa que você fez na série?

Minha maior conquista não nenhuma história em particular, ou mesmo um personagem ou cena.... Foi o fato que coletivamente, eu consegui manter o ritmo e a qualidade do trabalho que era bastante exigente. Eu escrevi, produzi e dirigi dando o melhor das minhas habilidades. Eu sei que nós não estavam criando uma obra-prima, mas nós estávamos, sinceramente, fazendo o melhor possível mesmo estando debaixo de algumas circunstâncias dificieis. Se você quer falar sobre um episódio em particular, eu adorei os episódios com as Tartarugas Ninja. Foi uma grande sorte.... Conseguimos as fantasias e os diretos de usar as tartarugas, nós tivemos EXCELENTES cenas japonesas, tinhamos um bom diretor e fomos capazes de contar a história em mais de um episódio. Algumas vezes, quando escrevemos um episódio, apenas flui. Essa foi uma daquelas vezes.

7 - Kenori perguntou: O que mais dificil de escrever? Estréias ou conclusões?

Estréias tem algumas revelações engraçadas, mas elas podem ser sem graça porque você tem que incluir tanta estrutura da história, quem são os personagens, qual é o tempo e qual o lugar, quais são os relacionamentos, etc. Pode ser divertido, mas sempre gostei mais de conclusões, porque obviamente, nem tudo acontece em um ou dois episódios. Se você for um roteirista esperto, você planta sementes com bastante antecedência, de forma que, no momento que você entrar na conclusão, o público já está no acomadado em seus assentos.

8 - The 2nd Evil asks perguntou: Como é mais trabalhar? Como um roteirista sobre comando de um Produtor Executivo, ou escrever como um Produtor Executivo?

Deve ser demais trabalhar sob o comando de um Produtor Executivo, que já foi um excelente roteirista. Imagine o que você poderia aprender, como a sinergia deve funcionar. E em seguida, se você conhece a série por dentro e por fora e você confia nas suas habilidades de contar uma história. Mas em Power Rangers, eu dei o meu melhor como Produtor Executivo. Não importa o quão criativa é a sua entrada, é sempre muito bom trabalhar com alguém como Koichi.

Dan Ewing, que interpretou Dillon, não era lá muito sutil quanto a seu desgosto de me ver substituindo Eddie. Quais seriam as reações quanto a sua chegada e envolvimento com RPM dos outros membros do elenco, equipe e o único roteirista remascente da primeira metade, John Tellegen?

Eu não sei o que Dan disse publicamente sobre mim. Eu sei que ele consegui algumas informações ruins das pessoal ao seu redor quando Eddie estava saindo. Quando eu cheguei à Nova Zelândia pela primeira vezes, ele parecia um pouco dissuadido, mas agiu profissionalmente, fez seu trabalho, até o final da temporada, nós tivemos uma boa comunicação. Eu espero que algum dia, Dan olhe para trás e perceba que talvez, talvez, Disney tenha tido uma boa razão para fazer o que fizeram. Power Rangers é um negócio e todos tem um trabalho para fazer. Se você não faz o seu trabalho, você está fora. Ninguém é indispensável.

Quanto ao resto do elenco, na maioria das vezes, eram bem receptivos. Infelizmente, eu estava pisando em um navio afundando, afiançando o mais rápido que eu podia. As coisas já estavam acima do orçamento e estavamos muito atrasados na agenda. Eu estava fazendo o trabalho que, na semana anterior, tinha sido por três pessoa, então eu estava na correria para manter o ritmo. Eddie teve muito mais tempo de preparação do que eu, e ele usou isso para conseguir conhecer o elenco. Eu não tive esse luxo. Eles fizeram seus trabalhos e eu fiz o meu. Quanto a equipe, todos eles são excelentes profissionais. Eles sabiam que eu estava lá para ajudar a resolver alguns problemas muito dificieis, então eles não poderiam ser sido mais bacanas ou úteis. Quanto a John Tellegen, sem comentários.

9 - O que você tem planejado para o futuro? Você voltaria para PR ou faria uma série parecida para outra empresa como Kamen Rider?

Eu não sei porque eu faria outra série no estilo de Power Rangers. Eu acho que se a oportunidade certa aparecer, eu estaria interessado. Mas eu não estou muito empolgado.

10 - Responda.... de uma vez por todas. Se dependesse de você... QUEM É O RANGER FANTASMA????

A verdade é que nós ficamos sem tempo antes que fossemos capazes para desensolver completamente uma história para o Ranger Fantasma com tudo acontecendo. Se eu fosse capazde vir com alguma coisa agora que eu acho que encaixaria bem, eu iria querer a volta de um ranger do passado, como o Billy. Se eu me lembro bem da última vez que o vimos, eles estavam em Aquitar. Eu criaria uma história de fundo que tivessem Ecliptor ser uma experiência fracassada de Ranger Robô criada por Billy afim de corrigir aquele erro que ele cometeu quando criou os poderes do Ranger Fantasma. Sendo o primeiro homem feito, sem um traje criado por Zordon, seus poderes seriam muito limitados, o que explicaria por que você não o vê muito. Eu faria todos os Rangers serem capturados e enviaria o Ranger Fantasma para salvar o dia. Os vilões exigiriam seus poderes ou o eles acabariam com os Rangers. Seria o momento em que seria revelado que Billy era o Ranger Fantasma. Claro, ele teria uma armadilha preparada e, no final, conseguiria os poderes fantasma de volta e a liberdade dos rangers. Porém isso não é oficial, então não leve muito a sério. Eu só estou imaginando uma idéia que eu acho plasível e que eu gostaria de ver acontecendo.

Todo que eu sei é que se dependesse de im, eu NÃO faria ele ser o pai do Ranger Azul. Aquela opção era muito obvia.

E aqui, algumas Perguntas e Respostas adicionais:

Se alguém estiver sonhando em entrar na companhia cinematrográfoca, quais seriam suas dicas para eles entrarem?

R = A menos que você tenha a sorte de ter o nome certo, fundos ou aparência, entrar no negócio é duro... muito duro. Mas não é impossível. Aqui estão as minhas dicas:

Primeiro: Leia muitas novelas e textos. Vejam muitos filmes. Eles te mantém inspirado e te ensinam o que funciona e, ainda mais importante, o que falha mesmo. Cerque-se com colegas que podem discutir com você quando você dar suas razões para gostar de disto ou odiar aquilo.

Segundo: Ache amigos que tenham o mesmo apetite de entrar na midia. Escola de cinema não são necessárias. (Ninguém nunca me perguntou se eu tinha formação na criação de filmes). Se você quer escrever, encontre um grupo de roteiristas. Se você quiser dirigir, encontre alguém que queira atuar e faça um curta. Não há falta de pessoas querendo ir para Hollywood em qualquer lugar. Com todas as câmeras baratas e programas de edição disponíveis, não há desculpas para não fazer nada.

Terceiro: Trabalhe de graça como Assitente de Produção em um filme de algo ou baixo orçamento. Os filmes de baixo orçamento (independentes) estão sempre procurando por ajuda. Alguns não deixam você trabalhar de graças (leis trabalhistas), então você conseguirá um salário minimo. Pegue o trabalho do salário minimo gritando "silêncio no cenário", mas trabalhe como se você estivesse dirigindo "Tubarão" por um mihão. Se você fizer uma impressão, o chefe pegará você para o próximo projeto.

Quarto: No próximo projeto, diga ao produtor que você trabalhará para ele/ela como um assistente pessoal durante a criação do filme. Sente em cada encontro que você poder, tome notas do que você que vai dar certo ou errado. Estude o roteiro, depois re-escreva. Se torna indispwnsável.

Quinto: Mantenha contato com as pessoas que você sabe que estão subindo. Uma maré fará todos os barcos subirem, e se você for bom, você subirá também.

Dica Extra: Não fique no mesmo projeto ou no mesmo gênero por muito tempo. Quando eles te oferecerem mais dinheiro para ficar, exija mais responsabilidades para que você possa aprender novas técnicas. Mas em algum ponto, pule para o próximo passo amtes que você caia na correnteza.



Fonte: HJU. Para ler o artigo original (em inglês), clique aqui.

Notas sobre a versão traduzida:

- Unidade de gerência de produção é o responsável pela administração da produção;

- Produtor é a unidade responsável pelo gerência do orçamento da produção;

- A partir da pergunta 4, ao que parece, algumas das perguntas foram feitas por usuários do HJU. Na questão 4 em especial, o usuário muito provavelmente se refere ao retorno de Judd em Power Rangers RPM, substituindo o Eddie Guzelian;

- Na última pergunta por "pai do Ranger Azul", ele se refere ao pai do Justin (Ranger Turbo Azul), que como Billy, também era um Ranger Azul.

- Dei meu melhor para traduzir o texto, adaptá-lo de forma a se tornar compreesível, principalmente algumas gírias expressões americanas que não significa aqui no Brasil. Qualquer dúvida, correção, critica ou elogio, é só avisar de forma polida e farei os devidos acertos.

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Comentários:

Bem, achei muito interessante. Dá para notar que alguns comentários acabam "batendo" com declarações dadas Dan Ewing e o Eddie Guzelian (e que eu já trouxe aqui na época que RPM estava sendo exibido). E gostei bastante das dicas que ele deu para quem quiser entrar no mercado do entretenimento.
Também é bom ver como PR não conseguiu melhorar ainda mais devido a rotina de trabalho bem "pesado".

Agora uma coisa que achei estranha foram os comentários dele sobre a Disney. Ainda mais considerando a maneira como a empresa promovia franquia. De qualquer forma....

Abraços!

3 comentários:

Victor disse...

Spider, parabéns pelo otimo conteúdo!!!

Adorei a entrevista com o Judd!! A única parte que não entendi direito foi sobre o Zordon sem o traje...

A tradução também está excelente!

Spider-Phoenix disse...

Muito obrigado pelos elogios, Vitor!
Que bom que gostou da tradução.

Sobre a parte que você não entendeu, eu explico: o que o Judd quis dizer é que ele o Ranger Fantasma seria um ranger sem um uniforme criado por Zordon. Em outras palavras, seus poderes não eram relacionados a Zordon e, se bobear, nem a grade de morfar). Acredito que podemos pensar nele como um ranger "artificial".

Espero ter ajudado. Abraços e obrigado pela visita! ^^

Spider-Phoenix disse...

Aproveitando a deixa, já dei uma concertada no artigo. Realmente foi mancada minha escrever daquele jeito pois mancada minha mesmo.

Obrigado, mais uma vez ^^